Noites escuras e vazias
os barulhos dos pássaros
o tilintar dos sinos
ecoam no silêncio de minh'alma
Sentada em minha varanda
escura, na cadeira de balanço
e uma espingarda ao meu lado
para matar minha solidão
Andar nas ruas e não ser vista
conversar com alguém e não ser ouvido
fazer obras e não ser reconhecido
é a solidão de nossos dias frios
Acabar com isso matando essa dor
talvez, assim, com a mente vazia,
esse isolamento, essa solidão
no túmulo, então um sinal de vida...
Adeus solidão!
Sabrina Miranda de Jesus
1ª série B ensino médio
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